Burn All The Clocks

E chega a maioridade absoluta; e chega pra sempre; e me deixa triste. Atinjo agora os anos que serao cada dia menos irresponsaveis. Ouvi dizer hoje dum cara que se matou aos 26(RIP). Cedo demais e tarde demais (perdoem-me). Tarde porque, depois de tanto tempo longe da gloria adolescente, talvez nao valesse a pena desperdicar o preco que foi pago nesse inicio de vida adulta. Mas a vida e a morte sao feitas de opcoes(ao), e ele decidiu que nao queria mais ter que tomar decisoes, ou pagar mais precos.

Gracas a Deus, eu chego aos 21 longe da realidade que paciente me espera no aeroporto de Guarulhos. Mas a vida foi generosa e me guardou uma prorrogacao dos anos que mais gostei de viver.

“We don’t know how long we’ll live / And death may come tonight / So let’s do everything, alright?” 

Publicado em:  on Setembro 30, 2006 at 6:15 am Comentários (6)

Mamaaa, didn’t meant to make you cry…

Como o tempo me tem sido escasso, e sera mais ainda pelas proximas semanas, vou so postar uma lista das coisas mais interessantes que tenho ouvido ultimamente e que realmente valem a pena um download… Em seguida, algumas fotos sobre como meu tempo tem sido aproveitado… nao precisa comentar a perda de peso.

Banda/Musica

1- Midlake – Head Home

2- Camera Obscura – Keep It Clean

3- Belle & Sebastian – Whisky In The Jar (Thin Lizzy Cover)

4- Babyshambles – Beg, Steal and Borrow (nova musica)

5- Lost Summer Kitten – I’m Better Off

6- Voxtrot – The Start Of Something

7- The Killers – When You Were Young (novo single)

8- The Lucksmiths – T-shirt Weather (musica de verao)

9- The Magnetic Fields – The Luckiest Guy On The Low East Side

10- Razorlight – Who Needs Love?

11- Ghinzu – High Voltage Queen (The Reign Of)

12- The Jessica – The Place I’ve Been To (unreleased)

Sem muita ordem necessaria.

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Publicado em:  on Setembro 25, 2006 at 8:47 am Comentários (1)

Singing well / Fair thee well / Fair thee well

Eu e a Jessica estamos de ferias coletivas para melhor atende-los num futuro proximo.

Minha mae veio me visitar e eh pouco provavel que eu me disponha a escrever.

Mas cuidem de seus jardins…

Publicado em:  on Setembro 21, 2006 at 6:09 am Comentários (1)

“A child sleeps, then he awakens! He shrieks until he’s taken”

Todos sabem do meu desgosto pela pouca idade. Nao sou muito fa de crianca, e isso eh simples – mesmo que tenha virado moda. Nao gosto, nao as quero ter, nao acho “fofo”, nem acredito na sinceridade delas. Longe de mim quere-las mortas, mas longe de mim. Basta-me estarem ausentes ou quietas. Como o silencio eh sempre fugaz – quando ha -, eh melhor que fiquem distantes, no conforto de seus bercos.

Sei que me tomarao por amigo-Batata*, mas nesse caso prefiro a alcunha aa companhia infantil. Alias, tao desagradaveis quanto a pirralhada, sao seus fanaticos. E voce, leitor de bom-senso, tambem deve ficar constrangido com pedo-afetacoes publicas, do tipo “bilu-bilu”, “bebezao do papai”, “cade meu angu? achou!!!”, sempre demostradas de maneira barulhenta e embaracosa.

Aih, ficamos assim: ate seus tres ou quatro anos, a molecada eh inofensiva, e o problema se transfere pra quem lhes baba; logo em seguida, vem os anos crueis, que se alongam ate a adolescencia.

(Um breve adendo. Que historia eh essa de pre-adolescencia? Isso nao existe. Eh papo furado de mae pra fazer filho achar que passou de fase.)

Adolescente eh um ser superior, porque cala a boca quando apanha e, por se achar crescido, tambem nao gosta de crianca. Mas bom mesmo eh ser adulto, que nem meu irmao. Ja eu… continuo com o bigode ralo.

*Expressao retirada de “O Amigo Batata”, por Andre Simoes.

Publicado em:  on Setembro 15, 2006 at 8:12 pm Comentários (6)

“Caminando por la calle / jo puedo ver una bela estreja!”

Duma hora pra outra, o mundo (leia-se meu universo de convivencia) parece entrar em jejum de gente inteligente. Ate dois dias atras, ainda havia um ou outro com quem se podia conversar bem conversado. Nao digo voces que estao aih a milhares de milhas, mas to de saco cheio de papo inteligente no MSN.

Nao nego: eh gostoso conviver com gente divertida… mas sera que nao se fabricam mais pessoas hibridas de inteligencia e diversao? Nao estou pedindo pra fabricarem um Parah da vida – esse eh que nem Carlton Roxo, nao se acha mais, mesmo…

Alias, nao eh de hoje que quero escrever algo sobre o Para. Um texto-tributo de uns 4000 caracteres, porem sempre me faltam palavras pra tanto - nao tantos caracteres, mas tanto a ser descrito. Porque nao ha dinheiro no mundo que pague uma noitada com ele…

Comeca com um bom e velho cigarrinho (Hollywood Menthol) na escadaria do Bloco C, as 5:00pm. Com ele nao existe aquele negocio de “puta merda, sempre falo do mesmo assunto com esse cara”, e, mesmo que seja assunto reincidente, a visao Paraesca traz graca pra conversa. Meia-hora depois, passa o Marcelinho, chegando da academia e, como eh de praxe, urra “Fala, come-e-dorme!”. Eh impressionante que, mesmo esse fato ocorrendo todos os dias por um periodo de pelo menos dois anos, nosso Perez conseguia achar invariavelmente um comentario novo pra cada vez, sempre brilhante.

Termina com o maco de cigarros amassado, na churrasqueira (seja ela qual for), um ou dois violoes aa vista, as 5:00am, porque ele sempre diz ter um compromisso naquela manha. E se termina satisfeito, mesmo com a desgraca de ter que limpar tudo. Mas valeu a pena… valeu a pena ouvir “Miel Y Sangre” em pout-pourri com “Float On”, rir da sanduela de mortadiche com coca-cante bem refrescola, implorar incessantemente pela flexao-de-bracos-voadora-acompanhada-de-cigarro-no-canto-esquerdo-da-boca (que tem nome e execucao mais complicados que qualquer mortal-duplo-de-costas-carpado-na-transversal-Dos-Santos apresentado por aquela negrinha).

E termina. E nunca termina.

(11 de setembro, cinco anos depois, e nada de ataque terrorista na Disney ate agora. Po, que bosta.)

Publicado em:  on Setembro 11, 2006 at 8:13 am Comentários (8)

“I will confess to you, because you made me think about the times you…”

Nao da mais, chegou a hora de abrir o jogo. Ha algum tempo que venho sido criticado pelo novo e mau habito de renegar os classicos. Eh obvio que a represalia mais forte vem do Simao, que nao se encanta por nada que descobriu depois dos 14 anos. Mas acho que, desta vez, nao estou com a razao, mesmo.

Nao posso negar meu relacionamento intimo e apaixonado com a escadaria aqui de casa. Mato horas inertes nela, sem contrangimento algum. Divirto-me observando os vizinhos, tomando meu cafe e fumando meu cigarrinho. Mas, sentado nela, esses dias aih, dei-me a pensar sobre essa nossa relacao: eh algo solitaria, talvez intima demais. Hoje, admito que estamos ambos desgastados um do outro, a ponto de andar pensando em troca-la pela sacada. Boa mesmo era a escadaria do Bloco C – pra quem teve o prazer de frequenta-la. Nao era das mais belas ou bem cuidadas, porem tinha um charme imbativel, com toda sua sujeira e cinzentisse; nao era so minha, mas sua poligamia nao era prostituida -  era de todos, democrata. La, sentava-se sozinho ou em grupo, fumavam-se um ou muitos, bebia-se ou tocava-se violao. Enfim, pra la iamos, pelo prazer de ir, e era garantida a diversao.

Outra quebra de conceitos foi minha adesao ao delicioso Haagen-Dazs. Nao ha como desprezar sua excelencia, maestria em sabor. Estah pra nascer outra marca que consiga produzir um sorvete de Manga decente. O bom de comer Haagen-Dazs eh que nao se precisa escolher o sabor: todos levam ao orgasmo instantaneo. So que, mais uma vez, rendo-me e reconheco que nao ha nada como saborear um bom Flocos da Kibon (Frocao), principalmente se forem levados em conta a companhia e o contexto em que figuravam as degustacoes – se assim as posso chamar. Dois litros de sorvete em menos de uma hora (ou meia), tomados numa cumbuca feita para misso-shiro, a altas horas da madrugada. Nao tinha tempo ruim prum Frocao, o convite sempre vinha repentino, numa hora insolita, e era impossivel nega-lo. Abracaria de volta todos os quilos que perdi ate agora, soh por um momento Flocos.

Prosseguindo. Agua, em minha casa, sempre foi ou pra fazer suco, ou pro meu pai tomar de manha. Nunca tive tezao algum nesse elemental, endeusado por quem eh saudavel. Ja visitei Caxambu, Sao Lourenco, Caldas Novas, todos esses parques com “centenas de qualidades de agua”, e nada, fiquei na mesma. Ate me metidei a pedir a tal Perrier num restaurante chique certa vez, e novamente fiquei no desencanto. Entretanto, ha uma agua de que tenho saudades, e que me aprazia: a do bebedouro do Morada. Era imprescindivel que se bebesse dela diariamente, com ou sem sede. Havia historia nessa agua. Quando dela se bebia, sentia-se renovado, havia algo mistico ali associado. Nao houve quem ousou dizer “dessa agua nao bebo”… ai de quem o fizesse.

Prometo que, daqui pra frente, evitarei os novos odres que descobrir. “Preciso acreditar nas pessoas”, disseram por aih, nao?

Publicado em:  on Setembro 9, 2006 at 8:28 am Comentários (2)

Seems so unfair! I want to cry…

Cansei de papo miseravel. Gente que so fala de desgraca e de como a vida vai mal. Se ainda fizesse algo a respeito, qualquer tentativa de mudanca que fosse, mas nao: parece que, ao primeiro obstaculo que pinta, o cidadao desiste de se movimentar. Nao que eu seja o garoto-solucao, nao. Mas esse negocio de se entregar e curtir a derrota me pinica.

Que a faculdade eh uma merda, eu sei. Medo do desemprego, tambem ja tive. So nao sei ate onde vale a pena essa masturbacao mental de “ninguem sofre mais que eu”. No meu humilde ponto de vista, seja ele importante, essa eh uma fase que talvez ja devesse ter sido superada – ou que ainda fosse muito cedo pra se viver.

Nao ha nada de mal em se ouvir um Legiaozinho (antes isso que Los Hermanos, diga-se), maldizer um pouco a vida, remoer amor antigo. Isso ate que se comece a murmurar. Dai, eh sinal de que a emossexualidade comecou. Alias, se EMO nao gosta de Renato Russo, ou eh por vergonha, ou porque ele se vestia muito, mas muito mal. Do contrario, o messias legionario deveria ser o simbolo dessa galera, tal qual eh o Morrissey.

Nunca vi beleza tao equivocada: ser deprimido por opcao. Porque “gente triste eh inteligente”. Aih, ja eh questao de mal-gosto. E neguinho ainda vem me contaminar com seu Self-Service Miseria. Hehey, mundo da vorta, camara! Passa mais tarde…

“Cade o brilho da juventude?”, diria minha avo? Sei nao, vo! Da noite pro dia, so sobrei eu de animado.

Publicado em:  on Setembro 6, 2006 at 8:08 am Comentários (2)

One More Cup Of Coffee

Nao importa pra que fim seja, acordar certo sempre sera um habito nobre. Cedo que digo eh por volta das 7:00am. Acho que esse eh o instante de passagem para a idade adulta: incorporar o acordar-cedo como algo natural e frequente do cotidiano. Como so sou adulto de vez em quando, so acordo cedo de vez em quando tambem! Como hoje… era em torno de sete da manha e me levantei. Tomei banho, pus uma roupa seria, passei cafe e fiz torradas, mas acabei comendo a pizza que repousava sobre o forno desde ontem. Ah! Nao ha ovos e bacon que substituam uma boa pizza adormecida!

 Pus uma playlist calma e fumei um cigarro. Nao sei se eh por falta de costume, mas eh muito dificil pra mim achar o que fazer pela manha. Vai cigarro, vem cigarro, e a unica coisa a que consigo me dispor eh escrever. Nao bastando ser minha ultima opcao, depois de uns seis paragrafos, esse maldito editor decide “perder” tudo o que escrevi. E so de pensar que meu proximo compromisso marcado eh pra amanha as 6:00pm! Tenho que achar algo pra fazer ate la.

Como estava totalmente sem saida, reanimei-me a escrever e trouxe o laptop presse cafe aqui perto de casa. A internet nao eh das mais rapidas, mas o expresso e o sanduiche sao otimos. Ponto pra modernidade… nunca conseguiria fazer um sanduiche desses em casa!

Eu fico pensando como estarah o Patio San Miguel, quando eu voltar – porque era o unico espaco decente pra se sentar de manha e tomar um cafe, em Londrina, com a vantagem de nao abrigar matinalmente o mesmo publico vespertino e noturno. O ToaToa tambem era legal, mas muito metido aa besta e abria tarde. Entao sempre optei pelo Patio (tao mal-falado).

La, a comida nao era grande coisa, o cafe era meia-boca e o servico tambem (aa excecao da Patricia e da Gisele). Nao era um lugar caro, mas o preco estava longe de ser o atrativo. Ainda assim, algo la me levava quase diariamente, nem que fosse prum so cafe ou cha.

Sera que o Woody Allen ainda trabalha no caixa - ou a tia antipatica tomou conta por tempo integral? Espero que o preco do cafe continue razoavel, assim como a qualidade. Porque era bom passar sete, oito, dez horas conversando naquelas mesinhas de marmore sem parar de consumir; ver a fauna mudar de adolescentes bebados para  senhores aposentados num prazo de uma hora, enquanto o sol vinha.

Era bom ser membro frequente, e nao ser tomado por bebado quando se passava duas horas seguidas cantando a tres vozes altas arranjos para Oasis. Ou, mesmo estando bebado, ser tratado como sobrio pela Patricia – que trazia meu strudell de presunto com catupiry antes que acendesse meu primeiro cigarro. Nao se fizeram mais garconetes como ela… confesso que tentei me simpatizar por outras, caso a Patricia estivesse de folga, porem foi
em vao. Todas me decepcionaram de algum modo.
Uma ate se apaixonou por mim, disse sua colega de trabalho… foi despedida antes de se declarar, coitada.

Agora, de volta ao mundo real, não me arrependo do dia que tive – nem da manha -, mas estou tranqüilo com a idéia de que não acordarei cedo amanha.

Publicado em:  on Setembro 4, 2006 at 6:52 am Comentários (1)

O Fim Do Tabaco

Nao! Nao me rendo aqui ao rebaixamento da falta de criatividade. Aquele em que os escritores (como se eu fosse um) apelam para cronicar “a falta do que escrever”. Nao ainda. Acontece que me ocorreu, dia ou dois atras, a frustracao da noticia revogada.

Era o Leo que me interrompia no MSN. Nao fosse a vinganca posterior dos fatos, teria sido uma boa interrupcao – por mais que nao houvesse o que ser interrompido.

Veio-me o bom amigo com a calamitosa noticia: “Cara, o Tavares morreu…”. Senti acelerarem os batimentos cardiacos e a urgencia de fumar – irrelevando que, combinados, aproximariam-me da mesma morte. Ah! Tavares. Justamente voce, que tantos risos nos proporcionou, com mesmas tantas balelas que nos contou. Voce, que angariou com justo merito o proprio verbete na lingua portuguesa: tabarismo.

Eh fato, de quase todo professor se tem o que comentar, humoradamente. Mas desse, fizeram-se noites de conversa ininterrupta, trabalhos de faculdade homonimos, jingles politicos, programa de radio, parodias de classicos oitentistas – nao meras comunidades de Orkut, ainda que houvesse pelo menos uma.

Havia nele a controversia mais insolita: era famoso por ser ruim, porem, era prazeroso lhe ver lecionando. Uma mao posta sobre o queixo (que fazia inveja ao Cepacol), com os dedos semi-curvos frente aa boca, cobrindo totalmente os labios e tangendo as narinas. A voz sempre grave e fixa no mesmo tom. As palavras eram dirigidas de maneira inconstante, variando no ritmo que so dele era peculiar. E, por fim, fosse interrompido, era invariavel que soltasse seu bordao: Justamente.

Pelos corredores da universidade, ecoavam a todo momento as carinhosas e nao poucas alcunhas por que era conhecido: Tavares, Tabaco, Tabengo (ou somente Bengo), e assim por diante. O nome de batismo era evitado por algum motivo. Pouco importava. Foi a partir de seu ultimo nome que formou-se a escola de seguidores, os tabaristas. Menos conhecidos, porem nao menos importantes ou valiosos que, por exemplo, os modernistas, cubistas, behavioristas… Figuravam dentre tantos renomados istas, e a isso faziam jus. Justamente.

Nao quero me ater a que se prestava a doutrina tabarista. Basta o fato de ter vencido a corrente zemplista, porinzemplus. Fez dela trova burlesca, piada. Amassou-a como se espremem espinhas do torax, olhando-a de cima. Era guerra declarada, mais do que “Girondinos X Jacobinos”. Tavares, por sua vez, nunca tomou parte, nem para os aristocratas, nem para os sans-culotte. Venceu neutro, justo.

Morria agora como morre um heroi, de surpresa, para fazer fama post mortem. Era chegada a hora de se revelarem tantos segredos a nos confiados (como a sexualidade de renomes da estirpe de Boris Casoy, Marcelo Coelho, Gilberto Dimenstein, Clovis Rossi…), hora de nos justapormos para homenagea-lo com justica.

Nao poderia eu fazer descaso da tragedia. A ele, prestaria minha homenagem. Mas a arte imita a vida e, dez minutos depois, volta-me o Leo: “Cara, perdao… na verdade, foi a mae dele que morreu.” Era tabarismo. Nao quis saber, por-me-ia a escrever, mesmo nao-noticiando. Fui enganado, justamente.

Publicado em:  on Setembro 2, 2006 at 10:54 am Comentários (5)

Quotations

1 – “Nunca confie na política econômica de repúblicas com número primo de estados federativos.”

2 – “Um filho chegou para o pai e perguntou:-Pai, leão tem rola?Não houve sobreviventes.”

3 – “A humanidade é dividida em duas categorias: as pessoas que são Evandro Mesquita e as pessoas que não são Evandro Mesquita. “

4 – “Los Hermanos é o mal do século.”

Publicado em:  on at 8:58 am Deixe um comentário